\n'; document.write(barra); } } changePage();
| Fogo sagrado Ao pôr do Sol - que é uma falua De vela para o Pesadelo... Calção de rendas amarelo Fino gibão, cabeça nua, Ei-lo! Não sei que sete-estrelo Cobre-o! Não sei que azul flutua! Montado num ginete em pelo A par e passo com a lua! Seguiu, ligeiro, ligeiro; Passam cavalo e cavaleiro Um rodamoinho de escarcéus!... É como um ciclone violento! Olhai! Que vão o Sol e o Vento Arrebatá-lo para os Céus! |
Vencidos Nós ficaremos, como os menestréis da rua, Uns infames reais, mendigos por incúria, Agoureiros da Treva, adivinhos da Lua, Desferindo ao luar cantigas e penúria? Nossa cantiga irá conduzir-nos à tua Maldição, ó Roland?... E. mortos pela injúria, Mortos, bem mortos, e, mudos, a frente nua, Dormiremos ouvindo uma estranha lamúria? seja. Os grandes um dia hão de cair de bruço... Hão de os grandes rolar dos palácios infectos! E glória à fome dos vermes concupiscentes! Embora, nós também, nós, num rouco soluço, Corda a corda, o violão dos nervos inquietos Partamos! inquietando as estréias dormentes! |
![]() |
Procure Por: |